quarta-feira, 29 de outubro de 2008

TODO AMOR QUE HOUVER NESTA VIDA

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia...

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum venenoanti-monotonia...

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio
O mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente, não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria...

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti-monotonia...

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A ROTINA



A idéia é a rotina do papel
O céu é a rotina do edifício
O início é a rotina do final
A escolha é a rotina do gosto
A rotina do espelho é o oposto

A rotina do jornal é o fato
A celebridade é a rotina do boato
A rotina da mão é o toque
A rotina da garganta é o rock

O coração é a rotina da batida
A rotina do equilíbrio é a medida
O vento é a rotina do assobio
A rotina da pele é o arrepio

A rotina do perfume é a lembrança
O pé é a rotina da dança
Julieta é a rotina do queijo
A rotina da boca é o desejo

A rotina do caminho é a direção
A rotina do destino é a certeza
Toda rotina tem sua beleza

Descubra a sua
Nova linha Natura Todo Dia.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

É POSSÍVEL SER GAY E SER CRISTÃO?


[ Bruno Lima ]
Formado em Ciências Sociais e Teologia, fez mestrado e Doutorado em Ciências Sociais da Religião. Pastor da CCNE-Nordeste, conferencista e palestrante.


Esta carta aberta tem como objetivo trazer a tona o tema: Homossexualidade e Cristianismo, tomando como base a ciência e a Teologia Inclusiva. Não podemos permitir que o preconceito se perpetue. A ignorância e a intolerância devem deixar de existir e dar lugar ao esclarecimento. Todos nós devemos buscar os fatos por trás das realidades dadas, assim, estaremos comprometidos eticamente com a construção de um mundo melhor, mais igualitário e justo. Vivemos num Estado laico, ou seja, o âmbito CIVIL não pode, nem deve sofrer influências da religião. Geralmente verificamos que os argumentos utilizados para condenar a homossexualidade retratam um preconceito religioso, ou seja, se baseiam na religião para condenar os homossexuais.


A religião não pode em nenhuma hipótese servir como parâmetro para condenação dos homossexuais nos espaço civil. A sociedade deve aprovar o casamento gay, a adoção de filhos por casais homossexuais, independente do que a religião diz, pois a mesma não pode influenciar nas decisões políticas e civis de um Estado laico. Os homossexuais constituem grande parte da sociedade Brasileira, são cidadãos que votam, pagam impostos e deveriam ter os seus direitos civis assegurados. O poder legislativo deveria tomar como base para suas decisões o que a ciência diz, pois nela está o pensamento comprovado, legitimado, aprovado, experimentado. Cientistas dos mais diversos campos são unânimes em afirmar que a homossexualidade é natural ao homem, que é normal e deve ser aceita.


No campo religioso algumas igrejas Protestantes e Evangélicas já voltaram os seus olhares para o fato de que os homossexuais devem ser aceitos. Temos como exemplos as igrejas americanas: Presbiteriana, Anglicana, Episcopal, Batistas do Sul, ICM; No Brasil verificamos as igrejas: Contemporânea (com sede no RJ), Comunidade Cristã Nova Esperança - CCNE (com sede em SP, Natal, São Luís, Fortaleza), Igreja para todos, entre outras. São os defensores da denominada Teologia Inclusiva. Corrente está que deveria ser estudada por todo cristão nato, genuíno, comprometido com o Reino de Deus e a ética cristã.


A teologia inclusiva faz um estudo através do contexto histórico crítico, aprofundado e minucioso, dos textos Bíblicos utilizados para condenar os homossexuais, e, consegue provar de formar ímpar que Deus aceita os homossexuais e que a Bíblia não os condena. Em língua portuguesa ainda são poucos os livros de Teologia Inclusiva, entre eles podemos citar dois “bestsellers”: homossexuais e ética cristã, do padre Bernardino Leers e José Antonio Trasferetti, ambos doutores em teologia, e, o que a Bíblia realmente diz dobre a homossexualidade de Daniel A. Helminiak.


De acordo com a Teologia da Inclusão, nenhum versículo Bíblico deve ser lido sem o seu contexto crítico histórico. A regra de ouro da Hermenêutica é que qualquer passagem bíblica deve ser vista e mantida dentro de seu próprio contexto. Tomemos como exemplo uma notória forma de como tirar passagens bíblicas de seu contexto: Mateus 27:5 “... retirou-se e foi se enforcar”, Lucas 10:37 nos fala que Jesus disse: “...Vai, e faze da mesma maneira”, lendo ao pé da letra poderíamos dizer que as passagens Bíblicas estariam incentivando o suicídio. Levítico 25:44 declara que se pode possuir escravos ou escravas desde que tenham sido comprados em um dos países vizinhos, lendo de forma fundamentalista poderíamos dizer que a Bíblia aprova a escravidão. Em Corintios o apostolo Paulo relata que mulheres devem ficar caladas na igreja, literalmente poderia está afirmando que as Mulheres não podem falar nas igrejas, e, existem também as passagens Bíblicas que utilizam para condenar os homossexuais! O fato é, será que é isto mesmo que a Bíblia realmente quis dizer? Os teólogos inclusivos afirmam que não, toda via, para explicar com clareza é preciso se fundamentar nos aprofundados e longos estudos da Teologia Inclusiva, incentivo você a fazer isto, para tal leia os livros: Homossexuais e ética Cristã; O que a Bíblia realmente diz sobre a Homossexualidade. Estudos básicos também podem ser encontrados em www.ccne.org.br e www.igrejacontemporanea.com.br


É demasiadamente trágico que uma Igreja Cristã e a própria sociedade exclua os homossexuais, não há base científica para tal. É necessário que as religiões cristãs dialoguem sobre o tema, que ouçam a voz dos excluídos e de seus defensores: “É preciso que troquemos o preconceito pela aceitação, pelo acolhimento de todos independente de raça, cor, sexo, idade ou orientação sexual”, está é a bandeira dos teólogos da Teologia Inclusiva. Além do mais precisamos seguir o exemplo de Cristo, Ele ama a cada um, e, de modo algum faz acepção de pessoas ou lança fora aqueles que o confessam como Senhor de suas vidas.


Nasce uma esperança, uma luz no fim do túnel, para todos que são homossexuais e desejam ser cristãos! Nas Igrejas Inclusivas é possível servir a Cristo, independente de ser homossexual.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

"Os pais têm que viver com a possibilidade de ter um filho gay"



Edith Modesto é educadora, mestra e doutora em Semiótica Francesa pela USP - Universidade de São Paulo. Possui vários livros publicados com foco na temática jovem, mundo digital e outros. Porém, o seu trabalho ganhou destaque quando ela fundou o Grupo de Pais de Homossexuais (GPH), em 1996, com o intuito de auxiliar os pais no processo de aceitação da homossexualidade de seus filhos. Em seguida, Edith criou também o Projeto Purpurina, cuja idéia nasceu a partir do GPH, pois "muitos jovens ligavam para saber do GPH e de que maneira eles poderiam falar com os pais". Este 2008, o Purpurina completou um ano. Do acúmulo do seu trabalho com o GPH e também de uma necessidade pessoal, Edith Modesto escreveu o seu primeiro livro com temática LGBT, 'Vidas em arco em íris - depoimentos sobre a vida homossexual'. Agora, ela retoma o tema em seu novo livro, "Mãe sempre sabe? Mitos e verdades", que tem lançamento marcado para o dia 18 de outubro, às 19h, na Livraria Saraiva do Shopping Paulista. Sobre os livros, Edith diz que no primeiro fez um trabalho para ela "e para outra mãe. Agora a história é outra, já tenho dez anos de experiência com os pais e com os filhos. Quero ajudar com a minha experiência".

Confira a seguir a entrevista na íntegra com Edith Modesto.

  • Ambos os livros são frutos do GPH e do Projeto Purpurina?

São. Com a diferença de que o primeiro fiz um trabalho para mim e para a outra pessoa, tinha a idéia de conversar entre iguais, de que podíamos nos ajudar. No primeiro livro, eu queria saber como eram os homossexuais, porque eu nunca tinha pensado no assunto. Comecei a falar com eles pela internet, era uma coisa de busca, de ajuda. Este, segundo, já é outra coisa, tenho dez anos de vivência com pais de homossexuais, estou mais tranqüila. Agora posso ajudar com a minha experiência.

  • De que maneira você acredita que os seus livros podem ajudar nessa relação entre pais e filhos homossexuais?

Pode ajudar muito, porque as mães tem um processo de aceitação, tem fases. Eu conheço cada etapa e isso está no livro.

  • Do que trata o seu livro novo?

Nele trabalho cada etapa que a mãe passará para aceitar o seu filho: os medos, as dúvidas, todo esse processo. Também falo sobre os jovens, eles querem saber como conversar com a mãe. No livro há depoimentos de cada fase. Abordo a questão sobre os pais homens: como é o processo para eles? Percebi a dificuldade das meninas, pois é cultural a menina crescer e ter filhos. Muitas dessas meninas percebem que não estão felizes em seus casamentos e, quando mais velhas, podem se apaixonar por outras mulheres. Há o caso de mulheres lésbicas que não sabem que o são. Também abordo a questão da religião e sobre a dificuldade de como lidar com isso. Falo sobre as seguintes religiões: budismo, evangélicas, espíritas e outras. O livro varre as questões problemáticas e correntes aos homossexuais.

  • Você está há dez anos envolvida com trabalhos entre jovens gays e as suas relações com os pais. Você diria que tal convivência melhorou?

Está bem melhor. Não só com a família, a vida do jovem está melhor. Hoje ele tem a internet, onde pode se relacionar com iguais; tem locais de convivência que não são marginalizados como antes. Mas, não melhorou tanto quanto parece. Se você pergunta na rua: 'você tem preconceito com homossexuais?', dirão que não. Agora, se for na casa da pessoa... Há um longo caminho ainda. Ainda há pais que expulsam os seus filhos de casa, que os torturam emocionalmente. Hoje se fala mais do assunto, as pessoas acolhem mais, a mídia fala mais. Pra você ter uma idéia, o MUBE (Museu Brasileiro de Escultura) me convidou para lançar o livro e não apenas isso, irão divulgar o lançamento em seu próprio mailing, isso é bom porque irá atrair pessoas de fora, não apenas amigos e pessoas envolvidas com a questão.

  • Quem te procura mais: pais ou jovens gays?

Acho que é equivalente. Quando os jovens souberam do GPH, eles queriam saber como falar com os pais. Pra você ter uma idéia, no último encontro do GPH vieram três novos casais e, no último encontro do Purpurina, vieram seis novos jovens, ou seja, igual. O interesse é equilibrado.

  • Há quem sofra mais nessa relação: pai x filho gay?

Olha, depende. Não dá pra afirmar. Tudo vai depender da família. Tudo o que eu sei é que há uma injustiça com os filhos. A mãe educa o filho, e quando descobre o filho gay, ela fica sem saber o que fazer, de uma certa maneira ela estranha o filho, isso é uma fase e eu também falo sobre ela no livro. O que falta em nossa sociedade é: os pais precisam aprender a viver com a possibilidade de ter um filho gay.

  • O título do seu novo livro é: "Mãe sempre sabe?". Pergunto, mãe sempre sabe?

Depende da família, da formação daquela mulher, como foi infância, tudo depende de um conjunto de coisas. Não é pontual, é complexo. Por isso escrevi esse livro, a resposta está lá.

  • Há muitas crianças que desde cedo mostram sinais de uma possível homossexualidade, como meninos vestirem roupas de menina, meninas brincarem com carrinho. Pode ser que na adolescência essa criança assuma sua homossexualidade. Como uma mãe deve ser preparar para tal processo?

Quando é criança pode brincar de qualquer coisa, são experiências. Claro que eles mostram diferenças culturais frente as outras crianças. Mas, tem que se respeitar a criança, mais tarde ela pode ser gay, ou ter uma identidade de gênero diferente. Quando criança ela monta a sua identidade. É bom que a mãe ajude e deixe essa criança brincar, deixe o menino vestir roupa de menina, passar maquiagem. Isso faz parte da pedagogia moderna. A criança tem o direito.






Extraído do site d'A CAPA: http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=5953&target=_blank&titulo=%22Os+pais+t%EAm+que+viver+com+a+possibilidade+de+ter+um+filho+gay%22%2C+diz+Edith+Modesto

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Documentos Roubados tem Gratuidade


Como não podia deixar de cumprir o nosso dever de cidadão, não faremos o que a imprensa faz: não divulgar uma lei que ajuda o povo a reaver os seus documentos, furtados ou roubados, gratuitamente, nas organizações de direitos cíveis.


Documentos Roubados - GRATUIDADE para fazer a Segunda Via

Importante: Documentos roubados - BO (Boletim de Ocorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA??? Acho que grande parte da população não sabe, principalmente por falta de divulgação através da mídia; é que a Lei 3.051/98 nos dá o direito de, em caso de roubo ou furto, mediante à apresentação do B.O., gratuidade na emissão da segunda via de documentos tais como:
Habilitação (que custaria R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)...
Para conseguir a gratuidade, basta levar a uma cópia (não precisa serautenticada) do BO e o original ao Detran (Habilitação e Licenciamento) e outra cópia à um posto do IFP. O registro serve para nos beneficiar.

Passo esta mensagem porque deveríamos saber dos nossos direitos, uma vez que ao sermos lesados, não tenhamos ainda que pagar pelas taxas abusivas das segundas vias. Gostaria que cada um não guardasse só para si. Repassem a seus amigos. Vamos fazer valer nossos direitos.

OBS.: TEXTO COPIADO DE UM E-MAIL QUE RECEBI DE MINHA CARÍSSIMA AMIGA HELÂNIA. BJOS NO CORAÇÃO, AMIGA.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Presidente do TSE defende voto facultativo no Brasil













O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, defendeu ontem (1º) em entrevista ao Programa 3 a 1, da TV Brasil, que o voto no país deixe de ser obrigatório futuramente, condicionado à maior consolidação da democracia e da justiça social. A entrevista completa será exibida a partir das 22h pela emissora.“Eu entendo que temos um encontro marcado com esse tema no futuro e a legislação consagrará, como em outros países, a voluntariedade do voto. O eleitor comparecendo porque quer participar efetivamente do processo eleitoral e se engajando nas campanhas com mais conhecimento de causa e determinação pessoal”, disse Britto.“Como rito de passagem, a obrigatoriedade do voto deve permanecer ainda por mais tempo. Até que a democracia se consolide e que a economia chegue mais para todos”, ressaltou. Na entrevista, Ayres Britto também reiterou posicionamento favorável ao financiamento público de campanha, como solução mais viável para evitar que o poderio econômico prevaleça sobre as qualidades políticas de cada candidato. “Um dos fatores de desequilíbrio na campanha é o abuso do poder econômico, que tende a prosperar enquanto não houver financiamento público”, assinalou. Segundo o ministro, tanto o caixa um (doações recebidas e declaradas) quanto o caixa-dois (utilização de recursos não contabilizados) estimulam uma situação imprópria para o exercício dos mandatos públicos pelos candidatos. “Quando não se tem financiamento público exclusivo, os candidatos resvalam para o caixa-dois. E o caixa-dois se tornou, à margem da lei, uma práxis. Significa um financiamento de campanha por quem não pode aparecer, que tende a financiar a campanha como um investimento, um capital empatado, que precisa de retorno, de ser remunerado”, argumentou Britto. “Sou contra também o caixa um. O candidato já é eleito comprometido com os seus financiadores e, para fazer o capital retornar às fontes, vai negociar com concessões, permissões, dispensa de licitação, subfaturamento e até corrupção. Isso abate numa só cajadada os princípios da legalidade, da moralidade, da impessoalidade, da publicidade, porque tudo ocorre debaixo dos panos, e o princípio da eficiência administrativa”, concluiu o ministro. O Programa 3×1 é apresentado pelo jornalista Luiz Carlos Azêdo. Participaram da entrevista com o presidente do TSE, como convidados, o cientista político Renato Lessa e o analista de pesquisas Antônio Lavareda.
Por: Marco Antônio Soalheiro

Minha opinião pessoal:
Concordo em gênero, número e grau com o exmº ministro. Muitos dos problemas crônicos que em nosso paíz advêm justamente do comprometimento financeiro a que estão arrolados os nossos pretensos representantes. Outra consideração é que muita gente que não sabe "pra que lado a vaca correu" vai às urnas e faz merd... por pura coação, medo, cabresto, bairrismo, necessidade financeira (pois vendeu o voto) e por aí vai. Por cima de tudo está o "engraçado" (pra não dizer estúpido) direito de voto. Pelo-amor-de-Deus... se é direito eu posso usá-lo ou não. Se é direito posso abrir mão dele. Se é direito... porque sou obrigado e até penalizado se não votar? Entendo que neste caso, não tenho um direito e sim um dever, uma obrigação. Sim, seria muito mais justo encararmos assim nossa relação com as urnas. Entendo ainda que a democracia se fortalecerá quando o povo puder, de fato e de verdade, expressar seus sentimentos, sua revolta, sua alegria, seu desejo, sua vontade através das urnas, quer indo a elas ou não.

AS HORAS

As Horas (Hours, The, 2002)
» Direção: Stephen Daldry
»Gênero: Drama
»Origem: Estados Unidos
»Duração: 114 minutos
»Tipo: Longa
»Trailer: clique aqui
»Site: clique aqui
»Sinopse: Em 1929, Virginia Woolf (Nicole Kidman) está começando a escrever seu livro, “Mrs. Dalloway”, sob os cuidados de seus médicos e familiares. Em 1951, Laura Brown (Julianne Moore) está preparando algo para o aniversário de seu marido. Entretanto, encontra-se ocupada pois está lendo o livro escrito por Virginia, o mesmo “Mrs. Dalloway”. Em 2001, Clarissa Vaughn (Meryl Streep) está preparando uma festa para seu melhor amigo, um famoso autor que está morrendo de AIDS. Sendo tomada em apenas um dia, todas as três histórias estão interligadas com o livro mencionado: uma personagem está escrevendo-o, outra está lendo e outra está vivendo a história, respectivamente.
Na minha humilde opinião, um dos melhores e mais inteligentes filmes já produzidos. Mas é necessário advertir: mentes fracas e pouco propícias à elaboração mental ou mal-acostumadas às sanguinolências espúrias ou às explosões mirabolantes ou ainda aos "besteirois americanos" não devem perder tempo assistindo, pois achará esta pérola muita chata e cansativa. Vai ficar se perguntando; "Será que já tá perto do fim?", "Como será que termina, pode me contar?".
Com uma trama astuciosamente elaborada, ele nos leva por labirintos estreitos, forçando-nos a uma elaboração mental sem medida durante todo o filme. Com histórias são profundamente filosóficas e altamente psicológicas, neste trailer pode-se ir das lágrimas ao riso, da indignação à reflexão de uma sena à outra (nada necessariamente nesta ordem). Com um final surpreendente em absoluto, é impossível não desejar assistir novamente.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

MACHADO DE ASSIS


Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um romancista, contista, poeta e teatrólogo brasileiro, considerado um dos mais importantes nomes da literatura desse país e identificado, pelo crítico Harold Bloom, como o maior escritor afro-descendente de todos os tempos.
Sua vasta obra inclui também crítica literária. É considerado um dos criadores da crônica no país, além de ser importante tradutor, vertendo para o português obras como Os Trabalhadores do Mar, de Victor Hugo e o poema O Corvo, de Edgar Allan Poe. Foi também um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e seu primeiro presidente, também chamada de Casa de Machado de Assis.



Biografia



Filho do mulato Francisco José de Assis, pintor de paredes e descendente de escravos alforriados, e de Maria Leopoldina Machado, uma lavadeira portuguesa da Ilha de São Miguel. Machado de Assis, que era canhoto, passou a infância na chácara de D. Maria José Barroso Pereira, viúva do senador Bento Barroso Pereira, na Ladeira Nova do Livramento, (como identificou Michel Massa), onde sua família morava como agregada, no Rio de Janeiro. De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova. Não freqüentou escola regular, mas, em 1851, com a morte do pai, sua madrasta Maria Inês, à época morando no bairro em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é provável que tenha assistido às aulas quando não estava trabalhando.
Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender e se tornou um dos maiores intelectuais do país, ainda muito jovem. Em São Cristóvão, conheceu a senhora francesa Madamme Gallot, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de francês, que Machado acabou por falar fluentemente, tendo traduzido o romance Os Trabalhadores do Mar, de Victor Hugo, na juventude.

Também aprendeu inglês, chegando a traduzir poemas deste idioma, como O Corvo, de Edgar Allan Poe. Posteriormente, estudou alemão, sempre como autodidata.

De origem humilde, Machado de Assis iniciou sua carreira trabalhando como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Oficial, cujo diretor era o romancista Manuel Antônio de Almeida. Em 1855, aos quinze anos, estreou na literatura, com a publicação do poema "Ela" na revista Marmota Fluminense. Continuou colaborando intensamente nos jornais, como cronista, contista, poeta e crítico literário, tornando-se respeitado como intelectual antes mesmo de se firmar como grande romancista. Machado conquistou a admiração e a amizade do romancista José de Alencar, principal escritor da época.
Em 1864 estréia em livro, com Crisálidas (poemas). Em 1869, casa-se com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã do poeta Faustino Xavier de Novais e quatro anos mais velha do que ele. Em 1873, ingressa no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, como primeiro-oficial. Posteriormente, ascenderia na carreira de servidor público, aposentando-se no cargo de diretor do Ministério da Viação e Obras Públicas.
Podendo dedicar-se com mais comodidade à carreira literária, escreveu uma série de livros de caráter romântico. É a chamada primeira fase de sua carreira, marcada pelas obras: Ressurreição (1872), A Mão e a Luva (1874), Helena (1876), e Iaiá Garcia (1878), além das coletâneas de contos Contos Fluminenses (1870), , Histórias da Meia Noite (1873), das coletâneas de poesias Crisálidas (1864), Falenas (1870), Americanas (1875), e das peças Os Deuses de Casaca (1866), O Protocolo (1863), Queda que as Mulheres têm para os Tolos (1864) e Quase Ministro (1864).
Em 1881, abandona, definitivamente, o romantismo da primeira fase de sua obra e publica Memórias Póstumas de Brás Cubas, que marca o início do realismo no Brasil. O livro, extremamente ousado, é escrito por um defunto e começa com uma dedicatória inusitada: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas Memórias Póstumas". Tanto Memórias Póstumas de Brás Cubas como as demais obras de sua segunda fase vão muito além dos limites do realismo, apesar de serem normalmente classificados nessa escola. Machado, como todos os autores do gênero, escapa aos limites de todas as escolas, criando uma obra única.
Na segunda fase suas obras tinham caráter realista, tendo como características: a introspecção, o humor e o pessimismo com relação à essência do homem e seu relacionamento com o mundo. Da segunda fase, são obras principais: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900), Esaú e Jacó (1904), Memorial de Aires (1908), além das coletâneas de contos Papéis Avulsos (1882), Várias Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1906), Relíquias da Casa Velha (1906), e da coletânea de poesias Ocidentais. Em 1904, morre Carolina Xavier de Novaes, e Machado de Assis escreve um de seus melhores poemas, Carolina, em homenagem à falecida esposa. Muito doente, solitário e triste depois da morte da esposa, Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908, em sua velha casa no bairro carioca do Cosme Velho. Nem nos últimos dias, aceitou a presença de um padre que lhe tomasse a confissão. Bem conhecido pela quantidade de pessoas que visitaram o escritor carioca em seus últimos dias, como Mário de Alencar, Euclides da Cunha e Astrogildo Pereira (ainda rapaz e por isso desconhecido dos demais escritores), ficcionalmente o tema da morte de Machado de Assis foi revisto por Haroldo Maranhão.


Obra



Toda a obra de Machado de Assis é de domínio público, por ter expirado o correspondente direito de autor em 1978, ao se completarem 70 anos do falecimento do autor.

Romance
Ressurreição, 1872
A mão e a luva, 1874
Helena, 1876
Iaiá Garcia, 1878
Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881
Casa Velha, 1885
Quincas Borba, 1891
Dom Casmurro, 1899
Esaú e Jacó, 1904
Memorial de Aires, 1908

Poesia
Crisálidas[2], 1864
Falenas, 1870
Americanas, 1875
Ocidentais, 1880
Poesias completas, 1901

Livros de contos
Contos Fluminenses, 1870
Histórias da Meia-Noite, 1873
Papéis Avulsos, 1882
Histórias sem Data, 1884
Várias Histórias, 1896
Páginas Recolhidas, 1899
Relíquias da Casa Velha, 1906

Alguns contos
A Carteira (conto do livro Contos Fluminenses)
Miss Dollar (conto do livro Contos Fluminenses)
O Alienista (conto do livro Papéis Avulsos)
A Sereníssima República (conto do livro Papéis Avulsos)
O Segredo do Bonzo (conto do livro Papéis Avulsos)
Teoria do Medalhão (conto do livro Papéis Avulsos)
Uma Visita de Alcibíades (conto do livro Papéis Avulsos)
O Espelho (conto) (conto do livro Papéis Avulsos)
Noite de Almirante (conto do livro Histórias sem Data)
Um Homem Célebre (conto do livro Várias Histórias)
Conto da Escola (conto do livro Várias Histórias)
Uns Braços (conto do livro Várias Histórias)
A Cartomante (conto do livro Várias Histórias)
O Enfermeiro (conto do livro Várias Histórias)
Trio em Lá Menor ((conto do livro Várias Histórias)
O Caso da Vara (conto do livro Páginas Recolhidas)
Missa do Galo (conto do livro Páginas Recolhidas)
Almas Agradecidas

Teatro
Hoje avental, amanhã luva, 1860
Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861
Desencantos, 1861
O caminho da porta, 1863
O protocolo, 1863
Teatro, 1863
Quase ministro, 1864
Os deuses de casaca, 1866
Tu, só tu, puro amor, 1880
Não consultes médico, 1896
Lição de botânica, 1906


Nota: Não foram incluídos na presente lista os diversos textos de crítica e as crônicas publicados em jornais e revistas ao longo dos anos.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

WATCHMEN

Watchmen é tida por muitos críticos e fãs como a história definitiva de super-heróis, a obra de Alan Moore e Dave Gibbons, ao jogar o pessoal mascarado num realismo até então inédito para a época em que foi lançada (1986 a 1987 nos EUA), tornou-se um clássico instantâneo das HQs, uma verdadeira obra de referência para o gênero.
A história se passa em 1985 e começa com o assassinato de Edward Blake, a identidade civil do justiceiro conhecido como Comediante. O desequilibrado Rorschach, o único que se recusou a se aposentar quando, em 1977, foi aprovada uma lei que tornaria o vigilantismo ilegal (e, portanto o torna um fora-da-lei caçado pela polícia), decide investigar a morte de Blake e as evidências apontam para um possível matador de mascarados. No entanto, à medida que a trama avança, ele irá descobrir que a coisa é bem maior do que imaginava.
A série não envelheceu nada. Continua forte e intrigante. Os personagens são muito bem construídos e, mesmo com um elenco grande de figuras principais, além de diversos coadjuvantes, consegue desenvolver todos eles, tornando-os tridimensionais. Além disso, há um forte lado psicológico bem trabalhado e a narrativa não despenca nem por um minuto, algo que numa maxissérie em 12 capítulos seria até natural.
E para quem gosta de História, mesmo com as mudanças perpetradas pela presença do Dr. Manhattan, o período da Guerra Fria é muito bem retratado. Alguns personagens secundários manifestam suas opiniões sobre o assunto de maneiras muito similares a coisas que eu ouvi na vida real. Sim, eu me lembro bem desse período e atesto que ele foi muito bem captado por Moore.
Além disso, a trama é toda entrecortada por flashbacks dos tempos áureos do povo fantasiado, que ajudam a elucidar questões importantes da história e ainda estabelece a dinâmica entre os personagens.
Como complemento, Moore escreveu apêndices ao final de cada edição, como se fossem artigos de jornal, livros e etc, escritos pelos próprios personagens. Esses extras servem para dar ainda mais densidade e veracidade para a história.
A arte de Dave Gibbons é outro ponto alto. Extremamente detalhista e com um cuidado extra nas expressões faciais dos personagens. A narrativa é cinematográfica e dá mesmo para visualizar tudo em movimento, como num filme. Destaque para as capas originais, que servem como o primeiro quadrinho de cada capítulo.
Watchmen foi publicada no Brasil pela primeira vez pela editora Abril, em 1989, em 6 edições. A mesma editora republicou a obra em 1999 em seu formato original de 12 números (a versão analisada nesta resenha). E, desde o ano passado, a Via Lettera está republicando a série mais uma vez, agora em quatro volumes (os quais você pode comprar aqui).
Um dos grandes trabalhos dos quadrinhos de todos os tempos, Alan Moore em seu auge criativo, e uma tremenda homenagem às HQs de super-heróis. Não é pouco. Watchmen é digna daquele clássico clichê de resenhas: uma obra obrigatória. Então, se você ainda não leu, aproveite a republicação e tire o tempo perdido. Você não vai se arrepender.








Agora essa obra esplendorosa vai virar filme.

Aguardem, pois em breve farei novíssimas postagens sobre o mesmo.




Para saber mais, visitem:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Watchmen

http://opandego.wordpress.com/2008/09/

http://www.watchmenmovie.co.uk/intl/br/

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

www.dominiopublico.gov.br


Gente... por favor, visitem este site. Ele traz diversos livros virtuais (que inclusive podem ser baixado pro nosso PC), entre os quais podem ser encontradas obras de Shakespeare, Machado de Assis, Poesias de Fernando Pessoa, Obras de Joaquim Nabuco, Músicas em MP3 de qualidade. Este site está pra ser descontinuado pelo governo porque as pessoas não o estão acessando. Pensem no que estaremos perdendo.
Eu mesmo já baixei 22 obras de Shakespeare e já comecei a baixar alguma de Machado de Assis. Se tiverem alguma dúvida quanto ao link (já que os vírus tão correndo soltos na net), é só entrarem em contato comigo.Gente... abração forte e felicidades sempre.
Madson C. Silva

PELA 1ª VEZ LULA DEFENDE A UNIÃO CIVIL ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO

18.09.08
Foto: Domingos Tadeu / PR
Presidente Lula no Palácio da Alvorada durante o Programa 3 a 1, da TV Brasil
O Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva defendeu claramente, pela primeira vez, a união civil entre homossexuais. A surpreendente declaração foi feita durante a estréia do Programa 3 a 1, da TV Brasil, nessa quarta-feira, dia 17 de setembro. "Tem homem morando com homem, mulher morando com mulher e muitas vezes vivem bem, de forma extraordinária. Constroem uma vida juntos, trabalham juntos e por isso eu sou favorável", disse.Lula foi entrevistado por três jornalistas e, apesar de defender a união civil, evitou dizer se pretende enviar ao Congresso o projeto de lei que forneceria esse direito aos pares do mesmo sexo. O presidente ainda foi mais longe e fez uma severa crítica aos políticos homofóbicos. "Uma coisa que me cala profundamente é porque os políticos que são contra não recusam os votos deles, porque o Estado brasileiro não recusa o imposto de renda que eles pagam? O importante é que sejam cidadãos brasileiros, respeitem a Constituição e cumpram com seu compromisso com a nação. O resto é problema deles e eu sou defensor da união civil", destacou.Lula falou também sobre a necessidade do Estado prestar atendimento quando o assunto é aborto. "Se você perguntar para mim, presidente Lula, o senhor é contra o aborto? Sou contra, minha mulher é contra, mas o Estado tem que dar atendimento", afirmou. Entre outras questões, o presidente falou sobre a relação de amizade que ainda mantém com José Dirceu e Antonio Palocci e sobre necessidade dos meios de comunicação mostrarem notícias positivas do país.
Parabenização da ABGLT
O ativista Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), parabenizou nesta quinta-feira, dia 18, o presidente Lula pelo seu apoio às uniões civis gays. "A ABGLT tem certeza que essa declaração, no ano em que foi convocada a I Conferência Nacional LGBT e se comemoram os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mostra o comprometimento do atual governo na construção de uma sociedade mais cidadã, justa e digna. Que nos reconheça como gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais tanto em casa, entre quatro paredes, quanto nas ruas de todo o Brasil", disse Reis.O ativista ainda salientou que é uma grande alegria constatar que a "batalha pela garantia de direitos iguais, independentemente de orientação sexual e identidade de gênero, é partilhada pelo chefe do Poder Executivo - em plena época de eleições e apesar da forte oposição dos setores conservadores que persistem em trazer para o âmbito político seus dogmas religiosos, esquecendo-se que o Brasil é um país laico e democrático".
Projeto de lei nº 1.151
Até hoje o único projeto de lei já enviado ao Congresso e que trata da união civil entre homossexuais é o PL 1.151, de 1995, de autoria da então deputada federal Marta Suplicy (PT-SP). O projeto está engavetado há 13 anos e não há muita esperança que ele seja votado.Por esse motivo, Toni destacou que "definirá ainda este ano um substitutivo a este projeto que, se aprovado, garantirá a casais de lésbicas e gays mais de 30 direitos disponíveis hoje apenas a casais heterossexuais, como o direito ao financiamento de um imóvel ou de visitas em hospitais".

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Larry King tinha apenas 15 anos quando foi morto a tiros em fevereiro deste ano por Brandon, um colega de escola. O motivo? Larry tinha pedido para ele ser o seu namorado. A triste história é a capa da Newsweek dessa semana.Larry era uma criança com muitos problemas. Se assumiu cedo e, ao ver ignorada a sua identidade, usava sua sexualidade como forma de defesa. A história do jovem levanta questões sobre como as escolas lidam com crianças gays.Segundo a polícia, é certo que o assassinato poderia ser evitado, caso os professores fossem melhores preparados e os colégios dispusessem de acompanhamento psicológico. Para a diretora da escola, Elaine Garber, esse caso foi uma excessão, mas mudou a rotina de todas as escolas dos EUA. "Se queremos estar absolutamente certos de que isto não vai voltar a acontecer, essa situação tem de ser discutida mais aprofundadamente", declarou.Brandon aguarda o julgamento, que deve começar essa semana com a acusação de homicídio qualificado e crime de ódio.

BUSCO UM AMIGO

*Busco um Amigo
Que me diga sempre a verdade, que não despreze as minhas lágrimas!

*Um amigo... Cuja presença traga alegria, cujo silêncio transmita paz, cuja escuta inspire confiança, cuja lembrança infunda coragem.

*Um amigo... Ao qual eu possa dizer: desculpa! Uma, duas, três vezes...

*Um amigo... Que não seja nem mestre, nem discípulo, mas um companheiro com o qual eu possa caminhar rumo ao infinito... Em qualquer momento.

*Um amigo... Que conserve a sua intimidade sem esconder o seu pranto.

*Um amigo... Que ao amanhecer não me diga "bom dia", mas me abra o seu coração com um amável sorriso!

*Um amigo... Que creia na amizade e a viva como uma audaz conquista de liberdade.

*Um amigo... Cuja amizade seja óleo doce, suave e perfumado, extraído do fruto amargo de uma árvore espinhosa.

*Um amigo... Que não se preocupe em dar ou receber, mas que seja capaz de compartilhar.

*Um amigo... Simples, sincero, natural... Capaz de chorar, mas sobretudo de sorrir.

*Um amigo... Que seja um reflexo da bondade de Deus.



Por: Renan Rezak

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Olhar de Amor

Foi um choque para aquela jovem mãe quando recebeu o diagnóstico de câncer. Sucederam-se os tratamentos e, naquele dia, após o internamento, quando ela voltava para casa, se sentiu muito triste. Ela estava consciente da sua aparência. Estava sem cabelos, por causa da radioterapia. Sentia-se desencorajada. Seu marido continuaria a amá-la? E seu filho? Ele tinha apenas seis anos. Quando chegou em casa, sentou-se na cozinha, pensando em como explicar a seu filho porque estava tão feia. Ele apareceu na porta e ficou olhando-a, curioso. Quando ela iniciou o discurso que ensaiara para ajudá-lo a entender o que via, o menino se aproximou e se aconchegou em seu colo, quietinho, a cabeça recostada em seu peito. Ela acariciou a cabecinha do filho e disse: "você vai ver como daqui a pouco o meu cabelo vai crescer e eu vou ficar melhor, como era antes". O menininho se levantou, olhou para ela, pensativo. Depois, com a espontaneidade da sua infância, respondeu: "seu cabelo está diferente, mãe. Mas o seu coração está igualzinho." A mãe não precisava mais esperar por daqui a pouco para melhorar. Com os olhos cheios de lágrimas, ela se deu conta de que já estava muito melhor. O essencial é invisível aos olhos, dizia o pequeno príncipe, no livro de Antoine de Saint Exupéry. Quem ama vê além da aparência física e é isto que ama: a essência. Por isto os casamentos em que o amor é o autêntico laço de união perdura, apesar dos anos transcorridos. Para quem têm olhos de amor, o olhar penetra além do corpo físico que perdeu um tanto do vigor e já não apresenta a exuberância plástica dos verdes anos. Para esses, o amor amadurece a cada ano, solidificando-se a cada dificuldade enfrentada, a cada óbice superado, a cada batalha vencida. Enquanto os cabelos vão sendo prateados pelo exímio pintor chamado tempo, e a artista plástica chamada idade vai colocando pequenos sinais na face, aqui e ali, o amor mais cresce. O sentimento se engrandece à medida que o passo deixa de ser tão vigoroso e um se apóia no outro para descer os degraus, para subir uma escadaria. A solidariedade se torna mais intensa, enquanto a vista se embaça um pouco e o extraordinário computador que é o cérebro já não consegue fazer as corretas equações matemáticas, para aquilatar se dá ou não tempo para atravessar a rua. Uma mão segura a outra, muda, para afirmar: esperemos um pouco. Envelhecer ao embalo do amor é maravilhoso. Desfrutar do aconchego um do outro é reconfortante. Felizes os casais que envelhecem juntos. Felizes os filhos que sabem aproveitar da companhia generosa de pais e avós que o tempo alcançou.

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De todos os momentos da vida os mais preciosos são os desfrutados com amor. Quando as dificuldades se avolumam, os problemas crescem, os dias solitários chegam, é maravilhoso ter momentos de carinho para serem recordados. Momentos que recebemos ou que ofertamos. Momentos que nos fizeram extremamente felizes. Momentos que, revividos, pelos fios invisíveis do pensamento, ainda nos reconfortam e aquecem o coração. Por tudo isso, ame muito e permita-se amar por seus amores.

CAMPANHA



Campanha contra a AIDS na França.

Vejam o filme publicitário no link abaixo: uma incrível beleza estética e conceitual à serviço da conscientização de uma terrível realidade!
Verdadeiramente uma exceção.





CHOCANTE

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

CHER


Cherilyn Sarkisian LaPierre (El Centro, Califórnia, 20 de maio de 1946) é uma cantora, atriz, produtora, diretora, escritora, compositora e apresentadora estadunidense. Entre as várias realizações em sua carreira musical, cinematográfica e televisiva, Cher, como é conhecida artisticamente, foi vencedora de um Emmy, um Grammy, três Globos de Ouro e um Oscar.
Cher começou a sua carreira em 1964, integrando ao lado do então marido a dupla Sonny & Cher. Na década de 1970 estabeleceu-se como cantora solo, lançando aproximadamente 50 álbuns, entre compilações e trabalhos inéditos, e 96 singles. Estes incluem 34 no top 40 da Billboard, 18 no top 10 e 5 canções número 1. No Reino Unido, Cher emplacou 16 hits no top 10 - quatro destes atingiram a primeira posição.
Ela se tornou apresentadora no início da década de 1970, quando estrelou, ao lado de Sonny Bono, o humorístico The Sonny and Cher Comedy Hour. Mais tarde, na década de 1980, voltou-se para o cinema. Em 1987, ganhou o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em Moonstruck (Feitiço da Lua).
Em seus 44 anos de carreira, Cher é um ícone pop consagrado e uma das mais populares artistas do sexo feminino da história da música. Vendeu, aproximadamente, 200 milhões de álbuns solo e 75 milhões com a dupla Sonny & Cher, sendo uma das cantoras mais bem-sucedidas do mercado fonográfico mundial.



After All (Cher)

Well, here we are again
I guess it must be fate
We've tried it on our own
But deep inside we've known
We'd be back to set things straight

I still remember when
Your kiss was so brand new
Every memory repeats
Every step I take retreats
Every journey always brings me back to you

After all the stops and starts
We keep coming back to these two hearts
Two angels who've been rescued from the fall
And after all that we've been through
It all comes down to me and you
I guess it's meant to be
Forever you and me
After all

When love is truly right
This time it's truly right
It lives from year to year
It changes as it grows
And oh the way it grows
But it never disappears

After all the stops and starts
We keep coming back to these two hearts
Two angels who've been rescued from the fall
And after all that we've been through
It all comes down to me and you
I guess it's meant to be
Forever you and me
After all

Always just beyond my touch
Though I needed you so much
After all what else is living for

After all the stops and starts
We keep coming back to these two hearts
Two angels who've been rescued from the fall
And after all that we've been through
It all comes down to me and you
I guess it's meant to be
Forever you and me
After all

After all the stops and starts
We keep coming back to these two hearts
Two angels who've been rescued from the fall
And after all that we've been through
It all comes down to me and you
I guess it's meant to be
Forever you and me
After all




Para saber mais (muito mais, diga-se de passagem), acesse: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cher

QUEER AS FOLK


Queer as Folk é o nome de duas séries televisivas dramáticas de sucesso, criados por Russell T. Davies. O nome do seriado é uma brincadeira com um ditado inglês, de "ninguém é tão estranho como nós" ("nobody is so weird as folk"), para "ninguém é tão gay como nós" ("nobody is so queer as folk").
A série original começou a ser produzido em 1999 pelo Red Production Company para o canal aberto Canal 4 do Reino Unido. Contava os conflitos diários de três homens gays vivendo em Manchester.
O seriado adaptado foi uma co-produção Estados Unidos–Canadá e começou a ser transmitido em 2000 nos seguintes canais de televisão a cabo: Showtime (EUA) e Showcase (Canadá). Contava a história de cinco homens gays e uma casal de lésbicas que viviam em Pittsburgh, Pennsylvania.
Houve algumas diferenças óbvias entre os dois seriados: primeiro na quantidade de personagens e tramas principais, segundo nas cenas de nudez (devido ao fato de que o segundo era transmitido em canais de televisão a cabo, e o primeiro não).
Este seriado é um marco na luta dos direitos GLBT, pois investe em uma trama sem cunho pornográfico ou apelativo, mostrado homossexuais como pessoas normais, vivendo em seu dia-a-dia. As dificuldades e conquistas desta comunidade são brilhantemente retratadas neste seriado.
No Brasil, o seriado foi exibido pelo canal por assinatura Cinemax. Em Portugal, a série foi exibida pelo canal generalista nacional TVI, dando à hora da madrugada. Infelizmente, os DVDs da série não foram lançados nos dois países.
O seriado está disponível na internet para os que não tiveram acesso ao canal fechado.


Proud, de Heather Small, é uma das belas músicas que compõem a vasta trilha sonora desta série.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Vivendo e Aprendendo

*Vivendo, tenho descoberto que há amigos que valem por muitos inimigos e há inimigos que na verdade não são maus, ou ruins, ou perversos... só pensam diferente de mim ou me admiram tanto que não têm coragem de admitir. Ou vêem seus defeitos em mim (como talves eu veja os meus defeitos neles) e assim há hostilidades.



*Tenho descoberto que o "amor cristão" de muita gente não passa de mito e que o preconceito é o que rege as relações interpessoais, mas tudo muito bem mascarado e coberto com a melhor religiosidade e "piedade". Muitos não amam, porque na verdade não se sentem amados, mas culpados pelos próprios erros que não conseguem perdoar e nem entendem porque ainda continuam a desejar certas coisas ditas proibidas e também não têm coragem suficiente pra cometer o dito "delito". Vivem oprimidos pelo sistema sócio-religioso que eles mesmos ajudam a manter por não entenderem que ninguém além deles mesmos poderá viver suas vidas, quer sejam boas ou más. Vivem frustrados por perceberem que nunca, jamais conseguirão agradar a todos nem ter a aprovação de todos. Não entendem que só temos uma vida e que não podemos vivê-la para os outros mas devemos vivê-la para nós mesmos enquanto tentamos também viver para Deus, que nos ama incondicionalmente e nos aceita como somos.



*Tenho percebido que muitos daqueles que são rotulados de "ímpios" são mais humanos, misericordiosos e pacificadores do que muitos dos que se auto-rotulam "justos" e "filhos de Deus". Tenho aprendido que é bom ter misericórdia daqueles que hoje necessitam dela, porque certamente amanhã serei EU a necessitar de misericórdia.



*Vivendo tenho percebido que há prazeres que DEVEM ser provados e outros que devem ser evitados. Aprendi que não foi Deus quem me privou de certos prazeres, mas eu mesmo e algumas pessoas que se sentiam "donas" de mim, porque fui dado a elas, não para que de mim tomassem conta, mas para que me ajudassem a ver o melhor caminho para meus dilemas pessoais e apenas isso. Sim... há pessoas que querem nos dizer COMO, POR QUE e QUANDO devemos viver e ainda querem 10% da nossa renda (O famoso Dízimo), do nosso dinheiro por isso. Obviamente que usam o nome de Deus para tanto, como se a Deus não pertencesse toda a terra e tudo o que nela há.



*Tenho aprendido que há muito "romanismo" nesse nosso "Evangelicalismo" e que muitas das nossas ortodoxias não passam de vontades humanas divorciadas do amor divino, o qual deseja que nos amemos e respeitemos mutuamente.



*Tenho aprendido que para Deus importa pouco com quem me deito e a quem eu amo. Importa mais a maneira como me relaciono com este outro ser humano, a maneira como o amo e o respeito.



*Tenho aprendido que, ainda para Deus, não importa se sou homem ou mulher ou criança ou casado ou solteiro ou divorciado ou viúvo ou heterossexual ou homossexual ou bissexual ou assexual ou sensual ou "sem-sal" ou negro ou branco ou índio ou amarelo ou pobre ou rico ou nacional ou internacional ou... ahhh vocês entenderam - rsrsrs. O que importa mesmo é amar, é viver, é servir. Tenho aprendido que é assim que realmente se ama e serve a Deus: amando e servindo aos nossos semelhantes. O resto é balela, conversa fiada de palradores frívolos e interesseiros.



*Tenho aprendido que coisa importante na vida da gente é familia, mesmo que seja diferente: Composta de uma mãe um pai e um filho; ou uma mãe e um filho; ou um pai e um filho; ou uma mãe e um pai (sem filhos); ou duas mães com seu filho; ou dois pais com seu filho. O importante é que a familia seja um ninho de carinho, afeto, respeito e cidadania.

Por: Madson Cruz

Por que sim! e Porquê não?


Quando leio, vejo ou ouço certas coisas fico pensando em como farei pra educar bem meu filho. Como farei pra que seja um ser humano melhor do que eu no mundo de hoje. Fico pensando em que tipo de cidadão estou pondo sobre a terra e isso me preocupa muito, principalmente porque sei que não educo sozinho, mas tbm o educam: a escola, os vizinhos, a TV, o rádio, a igreja e uma infinidade de outras influências. Pensando nisso, transcrevo o que li hoje, que é uma espécie de resposta a um programa de rádio. Quem dá a resposta começa assim:
- Cara Dra. Laura. Obrigado por ter feito tanto para educar as pessoas no que diz respeito à lei de Deus. Quando alguém tenta defender o homossexualismo, por exemplo, eu simplesmente o lembro que Levítico 18:22 claramente afirma que isso é uma abominação. Fim do debate. Mas eu preciso de sua ajuda, entretanto, no que diz respeito a algumas leis específicas e como seguí-las:
a) Quando eu queimo um touro no altar como sacrifício, eu sei que isso cria um odor agradável para o Senhor (Levítico 1:9). O problema são os meus vizinhos. Eles reclamam que o odor não é agradável para eles. Devo matá-los por heresia?
b) Eu gostaria de vender minha filha como escrava, como é permitido em Êxodo 21:7. Na época atual, qual você acha que seria um preço justo por ela?
c) Eu sei que não é permitido ter contato com uma mulher enquanto ela está em seu período de impureza menstrual (Levítico 15:19-24). O problema é: como eu digo isso a ela ? Eu tenho tentado, mas a maioria das mulheres toma isso como ofensa.
d) Levíticos 25:44 afirma que eu posso possuir escravos, tanto homens quanto mulheres, se eles forem comprados de nações vizinhas. Um amigo meu diz que isso se aplica a mexicanos, mas não a canadenses. Você pode esclarecer isso? Por que eu não posso possuir canadenses?
e) Eu tenho um vizinho que insiste em trabalhar aos sábados. Êxodo 35:2 claramente afirma que ele deve ser morto. Eu sou moralmente obrigado a matá-lo eu mesmo?
f) Um amigo meu acha que mesmo que comer moluscos seja uma abominação (Levítico 11:10), é uma abominação menor que a homossexualidade. Eu não concordo. Você pode esclarecer esse ponto?
g) Levíticos 21:20 afirma que eu não posso me aproximar do altar de Deus se eu tiver algum defeito na visão. Eu admito que uso óculos para ler. A minha visão tem mesmo que ser 100%, ou pode-se dar um jeitinho?
h) A maioria dos meus amigos homens apara a barba, inclusive o cabelo das têmporas, mesmo que isso seja expressamente proibido em Levíticos 19:27. Como eles devem morrer?
i) Eu sei que tocar a pele de um porco morto me faz impuro (Levítico 11:6-8), mas eu posso jogar futebol americano se usar luvas? (as bolas de futebol americano são feitas com pele de porco)
j) Meu tio tem uma fazenda. Ele viola Levítico 19:19 plantando dois tipos diferentes de vegetais no mesmo campo. Sua esposa também viola Levítico 19:19, porque usa roupas feitas de dois tipos diferentes de tecido (algodão e poliester). Ele também tende a xingar e blasfemar muito. É realmente necessário que eu chame toda a cidade para apedrejá-los (Levítico 24:10-16)? Nós não poderíamos simplesmente queimá-los em uma cerimônia privada, como deve ser feito com as pessoas que mantêm relações sexuais com seus sogros (Levítico 20:14)?
Eu sei que você estudou essas coisas a fundo, então estou confiante que possa ajudar.
Obrigado novamente por nos lembrar que a palavra de Deus é eterna e imutável.
Seu discípulo e fã ardoroso.
(Citação E-mail enviado por um estudante de teologia de Boston para Laura Schlessinger, uma personalidade do rádio americano que distribui conselhos para pessoas que ligam para seu show. Recentemente ela disse que a homossexualidade é uma abominação de acordo com Levíticos 18:22 e não pode ser perdoada em qualquer circunstância. O texto acima é uma carta aberta para Dra. Laura, escrita por um cidadão americano e também disponibilizada na Internet.)

Autoria Desconhecida.

Com autorização do meu amigo Taiguara é que transcrevo isso... podem conferir: www.taiguarapires.com

OLHAR DE CIMA


Olhar de cima pode ter diversas conotações. Nem sempre é um olhar altivo, arrogante ou presunçoso. Pode simplesmente ser o olhar de quem já caminhou um pouco mais, de quem recebeu ajudar pra subir em algum lugar, de quem (voluntaria ou involuntariamente) subiu pra ajudar outros, principalmente depois de ele mesmo ter sido ajudado. Olhar de cima pode ser daquele que tem compaixão, que dá perdão, que releva, daquele que não quer se eximir, mas quer estar presente, mesmo não fazendo parte da mesma realidade, do mesmo nivelamento do que é observado. Olhar de cima, infelizmente, não é para todos, mas para alguns. Não é para o arrogante, presunçoso ou petulnte. Não é para o soberbo, altivo e cobiçoso. Olhar de cima é principalmente para queles que emcima foram postos por outros e que sabem onde estão e como chegaram alí, lembrando perfeitamente de onde saíram, ondeestavam e com quem estavam.Olhar de cima pode ser perfeitamente para você.
Por: Madson Cruz

Quero paz pro meu coração!

Quero sorrisos verdadeiros;
Quero abraços apertados;
Quero beijos intermináveis;
Quero mordidas carinhosas;
Quero palavras confiáveis;
Quero arrepios surpreendentes;
Quero atitudes sinceras;
Quero gargalhadas gostosas;
Quero momentos inesquecíveis;
Quero respeito acima de tudo!!
Nada de brigas.
Nada de confusões.
Só quero paz pro meu coração!!
'εϊз

[por Márcia Duarte]

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Estou começando e ainda não sei onde vou parar

Abrindo um novo espaço de comunicação com amigos, colegas e ilustres desconhecidos, ainda não sei o destino que darei a este espaço, mas gostaria de falar de coisas que penso, de coisas que admiro e coisas que detesto.